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terça-feira, 13 de janeiro de 2009

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Estive meio ausente por um tempo... talvez ausente até de mim mesma... consegue imaginar isso? Parecia que meus sentidos estavam entorpecidos. Letargia. Um desânimo crescente tomou conta de tudo. O serviço me consumiu por inteira: mente, alma e coração.
Algumas coisas já não fazem mais sentido, como no fim de um ciclo. Agora sim vejo a famigerada "luz no fim do túnel"....

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Crise de mau humor... passageiro, eu espero!

Dizem que para se manter um bom convívio, ás vezes devemos relevar algumas coisas. Eu bem que tento! Nem sempre temos razão em tudo, não é mesmo? Mas hoje o que sinto é um misto de tristeza e exaustão. Tento me colocar no lugar da pessoa e até entendo suas razões, o que não quer dizer que devo tolerar suas atitudes. O que me irrita é que a pessoa simplesmente faz birra e não tenta conversar sobre o assunto, ou ao menos perguntar a razão pela qual agi de determinada maneira. Dormi de mau humor e acordei da mesma forma. E para dar aquele up no humor, alguns mentecaptos (sim, mentecaptos pq não entendem a frase "isso deve ser resolvido com o departamento x") vieram me visitar logo cedo. Não sei de onde tiram a idéia de que eu resolvo ou sei de tudo. Quer saber qual a porcentagem de desconto do VT na tua folha? Fala com o RH! Ou procura no Google, caracoles! Quer dar desconto em uma peça? Conversa com o gerente, oras! Em outro dia poderia ajudar de bom grado. Ninguém tem nada a ver com meus problemas pessoais, tou cansada de saber. Tb não fui grossa com ninguém, apesar da aparente má vontade em ajudar. Hoje definitivamente não é um dia bom (ao menos p/ mim).

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Good news! :/
Dificilmente eu não gosto de alguém. Pareço cachorro abandonado, sabe? Basta alguém passar por mim e me dirigir um olhar simpático e pronto! Já simpatizo! Pois bem... há um ser aqui na empresa que desde que entrou, parece que "o meu santo não bateu como o dela"! Como sempre, procurei relevar a má impressão, afinal, poderia ser só uma má impressão mesmo. Mas minha intuição estava certa. Não demorou muito e essa pessoinha mostrou a que veio. Andou aprontando das suas, revelando ser hipócrita e sem escrúpulos. Ganhou minha antipatia com louvor! Dai que hoje recebo o comunicado do RH, dizendo que por causa do desligamento da funcionária X o ser "iluminado" vai dividir a mesa comigo em meu horário de almoço... Tinha que ser hoje, né? E tinha que ser comigo! A azia já se faz presente...

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Minha mãe mantém uma agenda, que na verdade é uma espécie de diário. Se eu precisar recordar de algo e isso estiver muito difícil (minha memória está péssima!) é só comentar com ela: "Mãe, vc lembra quando eu fui ao Dr. X?" Ela: "Claro! Espera um pouquinho..." E lá vai ela folhear as páginas de sua agenda. "Ahhh, está aqui! Foi dia X às X horas. Ele te pediu um exame que vc ainda não fez, né?". Uma rápida análise e percebemos uma regra. Todos os dias começam mais ou menos da mesma forma: "Acordei às x hs, Alice chegou às X, estava dormindo". Então ela escreve como está o tempo e as tarefas do dia. Tudo muito sucinto. Se há alguma novidade, escreve em letras maiúsculas seguido por um pequeno comentário. Semana passada o Neko me deu um cheque para guardar. Temendo meu esquecimento, pedi que ele visse aonde eu estava guardando. Ontem ele me pediu o tal cheque. Fiquei verde, azul, depois reassumi a cor amarela. Por mais que eu tentasse, não conseguia me lembrar. Remexi gavetas, olhei no armário de cosméticos e nada! Por fim ele acabou lembrando onde estava e eu não... Nem me mostrando eu conseguia me recordar de tê-lo deixado lá. Algo semelhante aconteceu com um cartão de estacionamento do shopping. Jurei, afirmei que tinha certeza que não estava comigo. Ele pacientemente pediu que eu olhasse na minha bolsa, pois eu havia "tomado" o cartão de suas mãos e o guardado. Quando abro a bendita adivinha quem estava lá? Imagina minha cara? A coisa tá feia! Vou ter que comprar uma agenda! :)
Ontem voltando para casa, me dirigi até o vagão costumeiro (apesar do horário não estar nas mesmas condições) e como o esperado, ele estava cheio, muito cheio. Com a usual educação dos paulistanos no metrô, fui arrastada para dentro do vagão e por sorte a outra porta estava fechada! :) Enfim, o calor e o mau cheiro de alguma pessoa que esqueceu o desodorante, não eram nada se comparados com um trio de rapazes que "falavam" aos berros. O assunto não poderia ser outro: a derrota da "seleção" (???) brasileira para a Argentina. Massacraram o técnico (concordo que como técnico o Dunga é um ótimo jogador - adoro piadinha velha! :)), o Pato, o Gaúcho, enfim, falaram de todos. Achei que com os três entrando em acordo o assunto acabasse. "Ledo" engano! Campeonato Brasileiro... eis o novo tema. Por infelicidade eles estavam ao meu lado, perto da porta. A cada estação eu aguardava ansiosamente que eles desembarcassem... Que nada! Cheguei a minha estãção e eles continuaram. Sai até com dor de cabeça. Foi pior que agüentar os costumeiros comentários fúteis e maldosos sobre a vida alheia, realizados pelas "colegas" que partilham comigo o mesmo horário de almoço! Aff... :/

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Eu não ando pela Paulista, nunca passeei pela Oscar Freire, faço compras no Extra mesmo e moro na Z/L de SP! A-MO o brownie com nozes do Extra e pasmem... encontrei até o delicioso Twinnings Of London (adoro todoss) por lá! Não uso calças da Diesel nem uso sapatos assinados por Manolo Blahnik mas ainda assim, sou feliz! não moro em um flat apertado e bem decorado e sim numa modesta, porém ótima casa (bem iluminada, ventilada). Quintal na frente e nos fundos da casa de dois dormitórios, sala, cozinha e banheiro. Aliás, o que me levou a alugar essa casa foi o quintal... perfeito para os dias de verão... em uma parte faz uma sombra agradável, onde uma leve brisa nos toca... do outro lado, o sol a pino e a um canto, minha jardineira repleta de flores da fortuna de diversas cores. E claro, meu lindo bonsai (e dentro do vaso dele um sapinho preguiçoso de resina aproveita sua sombra). Só falta agora uma rede, além dos banquinhos de madeira, que carinhosamente decorei utilizando a técnica de Bauer. Raros são os carros que passam pela minha rua, uma tranquilidade que poucos tem o privilégio. Pertinho de casa ainda há uma bela praça, perfeita para os passeios de "motoquinha" da Alice. Ahhh, o subúrbio... não troco isso por nenhum apartamento na área nobre de SP....

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